sábado, 16 de abril de 2011

Larissa, Pudim de Beterraba.

Minha eterna Marmota <3

Ai santo Apolo, viu? Tenho muita coisa pra falar sobre você, mas não sei como fazê-lo. Poxa, cerca de um ano de amizade, e cá estamos nós. Você está completando 17 aninhos, está fazendo cursinho, e não sabe que faculdade fazer. É. E sinceramente? Você se tornou parte de mim, você é tão especial pra mim que eu não saberia explicar.
Aguenta minhas crises todas as noites que conseguimos conversar; sabe como me aconselhar e surta comigo pelos motivos mais bobos possíveis, mas motivos que pra nós, não são nem um pouco bobos.
Lembra como nos conhecemos? Em uma fic. Bem, não lembro em qual fic era exatamente, mas lembro que fiquei um tempo sumida. Então, você apareceu em “O último amor”, e eu gritei tanto quando vi você lá, que não sei como não fiquei sem voz (-q). E depois disso, nunca mais desgrudamos, criamos uma amizade tão intensa e tão essencial que eu nunca, mas nunca mesmo, quero perder.
Só você mesmo pra querer ler meus livros antes mesmo de eu ter escrito eles, e só você mesmo pra me ouvir (ou ler) quando vou reclamar daqueles garotos idiotas e burros. Ah, somos azaradas nesse quesito. Ovelhas negras da família. Feias. Que tem inveja da Lindsay Lerman e que são perdidamente loucas pelo irmãozinho LINDO dela, o Logan. (hehe...)
Só você mesmo pra ouvir meus conselhos furados sobre garotos.
E quer saber? Somos felizes dessa forma mesmo. Vivendo em um mundo diferente, louco, com sua mãe pensando que sou uma psicopata pedófila (D: não sou uma psicopata pedófila). Porque nós somos Marmotas Marmoteiras Marmotadeiras \õ/
Meus deuses, me divirto tanto falando contigo e lendo tuas fics onde eu sou uma das personagens e fazemos muitas loucuras juntas... *-*
E ainda vou pra São Paulo te encontrar, pra gente fazer gluglu (-n).


Belive, Magic Works.
 Estávamos rindo, comentando sobre nossa inocência, quando o trem parou.
- Argh, que merda será que é tão difícil assim conduzir uma Maria fumaça? – Láls perguntou irritada, ela havia enfiado a varinha de alcaçuz que iria comer dentro do seu olho.
Sasá, a gatinha da Thâ, assustou-se com os gritos e saiu correndo pela posta do vagão que havia se aberto.
- Safira, volta aqui. – Tani saiu correndo atrás dela.
Suspirei indignada.
- O que houve? – Láls perguntou, ainda esfregando seu olho que havia sofrido o atentado da varinha de alcaçuz.
- Eu cansei de dizer pra ela: leva a Sasá dentro do casaco!
Láls me olhou como se eu fosse louca.
- O quê? – Me defendi. – É o melhor lugar para um filhote. Eu ainda levo a Briana dentro do casaco, olha. – Mostrei uma bolinha de pelos negros dentro do meu casaco.
- Você é louca! – Ela estava indignada.
- Hey, louca não! Apenas penso no melhor para a minha menininha.
- A Briana é outra louca. Ela ainda me ataca.
- Ah, isso é porque ela... Ela tem um pouco de raiva de bruxas que pisaram no rabo dela.
- Mas eu não... AH, AQUELA COISA PRETINHA NO CHÃO ANO PASSADO ERA A BRIANA?
- SHHHHHHHHH! Quer acordar ela? Era ela sim. – Falei, brava.
- Ai, acho que devo desculpas para ela.
- Desculpas não vão adiantar. Mas se você der uma tigela de leite e ração Wiskas, ela te desculpa.
Láls arqueou uma sobrancelha.
- Como você sabe disso?
Dei de ombros.
- Sem querer, nas férias, derrubei ela da cama. Ela ficou uma semana sem dormir comigo. Até que eu dei uma tigela de leite morno e wiskas. Ela voltou ao normal na mesma hora.
- Ah, gatinha interesseira!
- Não sei com quem aprendeu. – Falei.
- Não sabe, é?
Nos encaramos, e voltamos a rir. Ouvi um mio irritado, e percebi que havia acordado Briana.
- Ela acordou?
- Sim. – Falei.
Briana colocou sua carinha peluda para fora, olhou para Láls, e fez barulhos estranhos que os gatos bravos fazem:
- FFFFFFFFFFFFFSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS! – Briana colocou suas unhas para fora ameaçadoramente. Fechei  o casaco, antes que ela decidisse pular na Láls, ou pior: sair pelo corredor.
- Onde está a Tani? – Eu perguntei.
- No mínimo, ainda procurando a Sasá. É difícil de achar aquela gatinha no meio das pessoas.
- Verdade... – Comentei. E me lembrei do ano em que tivemos de sair pela floresta proibida à noite procurar a Briana e a Safira, que haviam fugido.
- Será que vamos ficar parados por muito tempo? – Láls estava pensativa.
- Da última vez que pararam o trem, foi na época dos nossos avós. Vovô Weasley me contou. Pufosos entraram e atacaram o seu avô, o Sr. Potter.
- Pufosos? – Láls continha o riso.
- É, eu não lembro. Ou eram pufosos, ou dementadores, ou lobisomens. Ah, espera. Eu confundi. A história dos pufosos é do ataque do Voldy. Foram dementadores.
- Dementadores? Por que?
- Ah, se fossem pufosos, eles deveriam estar realmente raivosos. Então, foram os dementadores.
- Ah, faz sentido.
Paramos, e olhamos para o nada. Aguardando a Tani, a Sasá, ou pufosos raivosos. O que viesse primeiro.




Aaah, que saudades de escrever a BMW D:
Te amo muito mesmo, MINHA Keeminha *-*
TINHAMUTINHAMUTINHAMUENÃOMEMATAPORQUEEUCOLOQUEIOTÍTULO”LARISSA” –Q
<333

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Feliz Aniversário!

Para a melhor amiga de sempre.

Não sei qual será a sua reação ao ler este texto. Imagino que vá gritar e surtar. Hoje, 15 de abril, você completa seus 15 anos. Pelos deuses! 15 anos! Chegou na aborrecência, amiga.
Não posso imaginar o que você está fazendo para comemorar esse dia. Só sei que gostaria muito de estar aí, contigo.
Mesmo longe, desejo do fundo da minha alma tudo de bom e de melhor pra tua vida. Desejo que todos os teus sonhos se realizem, e rezo aos deuses que eles te dêem todas as alegrias do mundo.
Gostaria de me lembrar de todos os momentos que vivemos juntas. Ainda bem que me lembro. (rsrs)
Devo admitir que não gosto de pensar nesses momentos, pois eles me trazem lágrimas aos olhos.
Lembro-me de tantas fics que iniciamos, e jamais terminamos. Confusões em Massa, Alunas Novas e As Aventuras de Duas Deusas Desconhecidas com toda a certeza marcaram a minha vida! Até hoje eu lembro de certas cenas que me fazem rir sozinha quando me recordo.
Lembra do episódio do sutiã preto? E dos tantos cadernos comprados na tell? Mas o que mais me lembro, com toda a certeza, são dos dias de banho de chuva. Céus, tanta coisa! Coisas que nunca vou esquecer. Momentos que terei satisfação de contar aos meus filhos e netos.
Todas as vezes que brigamos, logo fizemos as pazes. Toda vez que acontecia algo, estávamos uma ao lado da outra.
Sempre que precisei, você estava comigo. Céus, nunca imaginei que teria uma amiga como você.
Sabe, Thani, mesmo longe uma da outra, as vezes sinto como se você estivesse ao meu lado. Por que quando tudo parece desmoronar, cair, ruir, eu lembro que um dia eu fui feliz. Que um dia eu tive uma amizade tão forte e profunda que me marcou de verdade. E, mesmo quando as pessoas dizem que “é apenas uma questão de tempo; você vai arranjar amigas novas”, eu tranco as palavras que tanto quero gritar: “Não, eu não vou. Nunca vai ter ninguém como as minhas antigas amizades. Nunca. Nem em um milhão de anos.”
Sabe, isso é verdade. Nem em um milhão de anos vai existir amiga tão sincera, leal, divertida e risonha, nem em um milhão de anos vou encontrar alguém que me suporte como tu me suporta até hoje.
Sempre que sinto muito a tua falta (todos os dias, é) eu fico pensando se tudo seria mais simples se eu nunca tivesse ido embora.
Na verdade, seria sim.
Fico pensando o que eu seria se nunca tivéssemos criado essa amizade.
Não sei onde estaria. Provavelmente, teria um sério caso de depressão, ou sabe-se lá mais o quê.
Faz ideia de como tu faz parte da minha vida? Faz ideia de como tu me ajudou a me encontrar?
Sinceramente, não há palavras que definam minha amizade para contigo. Não há palavras no mundo que possam explicar o que eu sinto; não importa quantos textos eu escreva, quantas vezes eu diga, nunca vai chegar nem próximo.
Você é mais que uma amiga; é mais que uma irmã de coração. Eu juro que ainda vou descobrir que a gente foi, sim, separada na maternidade. A diferença física é culpa do DNA. Mas o que é uma leve diferença de cor de pele, de cabelo, de olhos e de idade para gêmeas siamesas? –q
Te amo Best <3


E, sinceramente, não poderia deixar de colocar alguns trechos das nossas fics jamais terminadas.
Alunas novas.
- Me dá seus olhos?
A carruagem partiu, e eu e a Tani caímos sentadas no banco na frente deles.
EITA CU ! :X
- Sorte ou azar? – Yeah, eu disse alto *O*
Eles me olharam com uma cara de muito medo delas.
Tani interrompeu.
- Oi, meu nome é Tani e essa é minha irmã bruna e é ela é meio idiota :B.
- Igual a você – eu completei.
- Mamãe derrubou ela muito quando era pequena – Tani me lançou um olhar maligno.
- E você roia as grades do berço – mandei. :D
- ¬_¬’
- Idiota.
- Imbecil.
- Desculpa, a gente é...
- Nova aqui – uma completou a frase da outra.


Confusões em Massa.
- Hm... que má companhia novatas. – eu nem precisei que ninguém me falasse nada pra perceber que ela era a Karol, ela tinha os cabelos castanho escuro meio arruivado liso, olhos castanhos, e ela tinha até uma silhueta bonitinha mais...
- Cara, ela é gorda. – eu falei, só que saiu um pouco alto demais.
- Gorda? – uma das duas perguntou incrédula.
- Karol não é? – Tani perguntou.
- Sim loira de farmácia. – ela respondeu.
- é natural sua testralia gorda. – Tani falou furiosa.
- Não é gorda querida. – a mais loira falou. – é exesso de gostosura.
- Põem exesso nisso hein. – comentei. – se entrasse em uma piscina, não ia sobrar água alguma.

As Aventuras de Duas Deusas Desconhecidas
- Bru, que lugar é esse?
- Também quero descobrir.
Ela riu.
- Eles vão te mandar para fora desse lugar de novo?
- Não sei. Eu não sei nem o que nós estamos fazendo aqui.
- Talvez seja porque somos meio-sangues.
- Não, acho que é porque nós somos semideuses.
- É a mesma coisa, ô anta.
Sim, essa era minha irmã!
Eu ri um pouco.
- Pode xingar, mas não precisa ofender. Sua vaca loira.
- Humpf. Obrigado, vaca morena.
Ela virou a cara, e eu tentei falar. E ela disse:
- FALA COM A MINHA MÃO! – e enterrou a palma da mão na minha cara.
- Oi mão! – falei, tentando fazer ela rir. Deu certo. Ela riu, e me abraçou.
- Não quero que você vá para longe de novo.
- Hey, mas você vai se livrar de mim de novo!
- Ah, daí não vai ter ninguém pra eu incomodar de manhã. Assim não tem graça!
Fui abrir a boca para responder, mas Quíron apareceu.
- Bruna, está na hora.





Bem, é isso. E ainda vou ir para Mafra para nós irmos até o Seminário a pé e passar 50 vezes na frente da casa de uma pessoa x, -q.

Te amo muitão, irmã <3

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Considerações finais

Sei que isso é um saco. Poucas pessoas vão ler isso. Talvez nem leiam. Quem ler, talvez ache um pouco sádico. Mas sinceramente? Estes meses têm sido difícil. Nada me agrada. Este blog está sendo abandonado. Escreverei um último texto qualquer dia destes, então, darei um tempo. Peço desculpas àqueles que gostam de ler os textos daqui, mas peço que me entendam. A vida anda complicada. Não me sinto feliz. Deveria sim, procurar minha felicidade nos momentos mais escuros. Deveria me lembrar que as horas mais escuras da noite são aquelas que nos permitem ver melhor as estrelas. Mas não consigo.
Digo, claro que consigo. Mas não sinto vontade de nada. Desculpem, o desânimo tomou conta de mim. Não tenho mais inspiração para escrever textos. Pelo menos, não textos para blogs.
Toda vez que tento escrever algum texto, lembranças tomam conta da minha mente, e sinto vontade de escrever coisas depressivas e tristes. Como já é do conhecimento, mudei de estado, e isso tem sido difícil. Ainda não superei as dificuldades, e sequer tenho tempo para deixar minha imaginação fluir.
Escrever não é mais prazeroso. É torturante.
Escrever me trás à tona muitas lembranças. Lembro-me de quando comecei nessa loucura de querer ser escritora. Lembro-me de cada pessoa que me apoiou e me criticou.
Lembro-me de todas as pessoas que mesmo quando eu perdia a inspiração, conversavam comigo e me deixavam feliz e inspirada.
Preciso de um tempo, só isso.
Preciso de um tempo da escrita, do blog, da vida, de tudo!
Um dia voltarei com alguns textos. Mas acho que esse dia vai demorar.
Vou postar apenas mais um texto daqui a alguns dias, e então, tentarei ter uma vida normal. Me dedicarei aos meus estudos no magistério, e vou tentar superar todas estas lembranças e este início de depressão.
Enquanto isso, adeus.
Beijos, e lembrem-se de que há milhões motivos para sorrir. Mas nem sempre um sorriso significa alegria.



Por: Bruna Baptista.