Minha eterna Marmota <3
Ai santo Apolo, viu? Tenho muita coisa pra falar sobre você, mas não sei como fazê-lo. Poxa, cerca de um ano de amizade, e cá estamos nós. Você está completando 17 aninhos, está fazendo cursinho, e não sabe que faculdade fazer. É. E sinceramente? Você se tornou parte de mim, você é tão especial pra mim que eu não saberia explicar.
Aguenta minhas crises todas as noites que conseguimos conversar; sabe como me aconselhar e surta comigo pelos motivos mais bobos possíveis, mas motivos que pra nós, não são nem um pouco bobos.
Lembra como nos conhecemos? Em uma fic. Bem, não lembro em qual fic era exatamente, mas lembro que fiquei um tempo sumida. Então, você apareceu em “O último amor”, e eu gritei tanto quando vi você lá, que não sei como não fiquei sem voz (-q). E depois disso, nunca mais desgrudamos, criamos uma amizade tão intensa e tão essencial que eu nunca, mas nunca mesmo, quero perder.
Só você mesmo pra querer ler meus livros antes mesmo de eu ter escrito eles, e só você mesmo pra me ouvir (ou ler) quando vou reclamar daqueles garotos idiotas e burros. Ah, somos azaradas nesse quesito. Ovelhas negras da família. Feias. Que tem inveja da Lindsay Lerman e que são perdidamente loucas pelo irmãozinho LINDO dela, o Logan. (hehe...)
Só você mesmo pra ouvir meus conselhos furados sobre garotos.
E quer saber? Somos felizes dessa forma mesmo. Vivendo em um mundo diferente, louco, com sua mãe pensando que sou uma psicopata pedófila (D: não sou uma psicopata pedófila). Porque nós somos Marmotas Marmoteiras Marmotadeiras \õ/
Meus deuses, me divirto tanto falando contigo e lendo tuas fics onde eu sou uma das personagens e fazemos muitas loucuras juntas... *-*
E ainda vou pra São Paulo te encontrar, pra gente fazer gluglu (-n).
Belive, Magic Works.
Estávamos rindo, comentando sobre nossa inocência, quando o trem parou.
- Argh, que merda será que é tão difícil assim conduzir uma Maria fumaça? – Láls perguntou irritada, ela havia enfiado a varinha de alcaçuz que iria comer dentro do seu olho.
Sasá, a gatinha da Thâ, assustou-se com os gritos e saiu correndo pela posta do vagão que havia se aberto.
- Safira, volta aqui. – Tani saiu correndo atrás dela.
Suspirei indignada.
- O que houve? – Láls perguntou, ainda esfregando seu olho que havia sofrido o atentado da varinha de alcaçuz.
- Eu cansei de dizer pra ela: leva a Sasá dentro do casaco!
Láls me olhou como se eu fosse louca.
- O quê? – Me defendi. – É o melhor lugar para um filhote. Eu ainda levo a Briana dentro do casaco, olha. – Mostrei uma bolinha de pelos negros dentro do meu casaco.
- Você é louca! – Ela estava indignada.
- Hey, louca não! Apenas penso no melhor para a minha menininha.
- A Briana é outra louca. Ela ainda me ataca.
- Ah, isso é porque ela... Ela tem um pouco de raiva de bruxas que pisaram no rabo dela.
- Mas eu não... AH, AQUELA COISA PRETINHA NO CHÃO ANO PASSADO ERA A BRIANA?
- SHHHHHHHHH! Quer acordar ela? Era ela sim. – Falei, brava.
- Ai, acho que devo desculpas para ela.
- Desculpas não vão adiantar. Mas se você der uma tigela de leite e ração Wiskas, ela te desculpa.
Láls arqueou uma sobrancelha.
- Como você sabe disso?
Dei de ombros.
- Sem querer, nas férias, derrubei ela da cama. Ela ficou uma semana sem dormir comigo. Até que eu dei uma tigela de leite morno e wiskas. Ela voltou ao normal na mesma hora.
- Ah, gatinha interesseira!
- Não sei com quem aprendeu. – Falei.
- Não sabe, é?
Nos encaramos, e voltamos a rir. Ouvi um mio irritado, e percebi que havia acordado Briana.
- Ela acordou?
- Sim. – Falei.
Briana colocou sua carinha peluda para fora, olhou para Láls, e fez barulhos estranhos que os gatos bravos fazem:
- FFFFFFFFFFFFFSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS! – Briana colocou suas unhas para fora ameaçadoramente. Fechei o casaco, antes que ela decidisse pular na Láls, ou pior: sair pelo corredor.
- Onde está a Tani? – Eu perguntei.
- No mínimo, ainda procurando a Sasá. É difícil de achar aquela gatinha no meio das pessoas.
- Verdade... – Comentei. E me lembrei do ano em que tivemos de sair pela floresta proibida à noite procurar a Briana e a Safira, que haviam fugido.
- Será que vamos ficar parados por muito tempo? – Láls estava pensativa.
- Da última vez que pararam o trem, foi na época dos nossos avós. Vovô Weasley me contou. Pufosos entraram e atacaram o seu avô, o Sr. Potter.
- Pufosos? – Láls continha o riso.
- É, eu não lembro. Ou eram pufosos, ou dementadores, ou lobisomens. Ah, espera. Eu confundi. A história dos pufosos é do ataque do Voldy. Foram dementadores.
- Dementadores? Por que?
- Ah, se fossem pufosos, eles deveriam estar realmente raivosos. Então, foram os dementadores.
- Ah, faz sentido.
Paramos, e olhamos para o nada. Aguardando a Tani, a Sasá, ou pufosos raivosos. O que viesse primeiro.
Aaah, que saudades de escrever a BMW D:
Te amo muito mesmo, MINHA Keeminha *-*
TINHAMUTINHAMUTINHAMUENÃOMEMATAPORQUEEUCOLOQUEIOTÍTULO”LARISSA” –Q
<333